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Lancia 037 #2 A. Bettega / M. Perissinot Rally San Marino 1984 Kyosho 1:18

Lancia 037 #2 A. Bettega / M. Perissinot Rally San Marino 1984 Kyosho 1:18
Preço atual: 218,00 
Última unidade
Entrega prevista: 26-28.08.2026
Portes desde 9,50  Com seguimento e seguro
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Especificações
Marca do carro
Lancia
Fabricante de modelos
Kyosho
Escala
1:18
Material
Metal
Estado do modelo
Modelo Usado
SKU
08306F
100% autêntico Direto dos fabricantes
Caixa de cartão 5 camadas Interior preenchido com espuma
Devoluções fáceis 14 dias, sem perguntas
Pagamento seguro Encriptação SSL 256-bit

Sobre o Lancia 037 #2 A. Bettega / M. Perissinot Rally San Marino 1984 Kyosho 1:18

TL;DR: O Kyosho Lancia 037 #2 1:18 reproduz em diecast o carro de Attilio Bettega e Maurizio Perissinot no Rali de São Marinho de 1984, com portas, capot e porta-bagagens funcionais. Testemunha o fim da tração traseira competitiva no Grupo B, num acabamento de nível médio-alto.

Antes da tração integral dominar o Grupo B, o Lancia 037 provou que um motor central, tração traseira e uma sobrealimentação bem afinada ainda podiam vencer campeonatos. A Kyosho escolheu recriar essa fase de transição através da entrada #2 de Bettega e Perissinot no Rali de São Marinho de 1984, um ano em que o Audi Quattro já ameaçava reescrever as regras do ralismo mundial.

O Lancia 037 e o último suspiro da tração traseira

O Lancia 037 nasceu numa altura em que o Grupo B ainda permitia motor central e tração traseira competirem ao mais alto nível. Desenvolvido com a Abarth, usa um bloco de quatro cilindros de dois litros com sobrealimentação mecânica, montado atrás do habitáculo, e uma carroçaria em fibra de vidro sobre chassis tubular que mantinha o peso baixo. Em 1983 essa combinação valeu à Lancia o título de construtores, o último conquistado por um carro de tração traseira no ralismo mundial antes de o Audi Quattro e, depois, o Peugeot 205 T16 imporem a tração integral como norma. A entrada #2 de Attilio Bettega e Maurizio Perissinot no Rali de São Marinho de 1984 situa-se precisamente nessa transição, com o 037 já a competir contra rivais de quatro rodas motrizes em provas do calendário europeu. Bettega foi um dos pilotos de referência da equipa oficial da Lancia nesses anos, e a sua carreira ficaria para sempre associada a este carro. O número 2 identificava tipicamente um carro oficial de topo dentro da hierarquia da equipa, reforçando o estatuto competitivo desta entrada. A Kyosho não escolhe uma vitória mundial mediática, mas antes um momento que documenta a resistência de uma filosofia mecânica em vias de extinção — e é essa a razão pela qual esta miniatura interessa a quem estuda a história do Grupo B além dos resultados mais óbvios.

Kyosho e o rigor do diecast em 1:18

Kyosho tem um historial longo a reproduzir carros de rali de referência à escala 1:18, e a construção em diecast zamak faz-se sentir logo ao levantar a peça da caixa: o peso é real, distinto da leveza que a resina traria a um volume semelhante. As portas, o capot e o porta-bagagens abrem, permitindo observar o habitáculo gaiola e o motor central montado na traseira, uma configuração pouco comum entre os modelos de rali de produção que normalmente mostram apenas motores dianteiros. As tolerâncias de um corpo diecast com painéis articulados são naturalmente mais largas do que as de uma carroçaria fechada em resina, e é nessas linhas de separação junto às portas e ao capot que se nota a diferença entre um acabamento de gama média e um trabalho verdadeiramente cuidado. A decoração de competição, com o número 2 e as marcas dos patrocinadores do período, exige impressão tampográfica precisa sobre uma superfície que não é totalmente plana, e isso separa modelos bem executados de reproduções genéricas. As jantes de liga e os pneus com desenho de piso de terra batida completam a leitura de um carro preparado para pisos de rali, não para estrada asfaltada. Guardar a peça longe de luz solar direta preserva a cor da carroçaria e a legibilidade dos autocolantes ao longo dos anos.

Escala 1:18 e a presença na vitrine

À escala 1:18 um carro de rali de dimensões compactas como o 037 ocupa cerca de 22 centímetros de comprimento, um formato que impõe presença numa vitrine sem exigir um móvel de grandes dimensões. É a escala que permite observar de perto os arcos de segurança, os apoios de assento e os pormenores da consola central que a 1:43 apenas sugere em traços genéricos, uma diferença que se faz sentir sobretudo em peças de rali, onde o interior preparado para competição é parte central da narrativa do carro. Colocado ao lado de outros ícones do Grupo B, o 037 conta uma história que resume tanto a portugueses como a colecionadores de outros países: a última geração de carros de rali pensados antes de a tração integral se tornar obrigatória. Portugal viveu de perto essa transição, com o Rali de Portugal a receber as mesmas máquinas do Grupo B nas suas provas de terra, e essa ligação torna este tipo de peça particularmente relevante para quem organiza uma vitrine temática em torno do ralismo dos anos 80. Uma luz direta e moderada realça a profundidade da pintura sem desbotar os autocolantes ao longo dos anos, e um ambiente sem pó mantém as linhas de separação das portas visíveis e nítidas. Um pano de microfibra basta para remover o pó sem arranhar o verniz.

Uma peça de referência para coleções de Grupo B

Kyosho posiciona-se num nível médio-alto dentro do universo do diecast a 1:18, acima da produção de massa e abaixo das séries totalmente artesanais em resina de tiragem limitada, o que traduz o equilíbrio certo para quem quer peças articuladas e resistentes ao manuseamento regular sem pagar o preço de um trabalho manual completo. Este Lancia 037 ganha sentido especial ao lado de um Audi Quattro ou de um Peugeot 205 T16 na mesma vitrine, formando três capítulos consecutivos da história do Grupo B contados através da mecânica, não apenas das cores. Para quem procura comprar uma peça que documente esse período de transição no ralismo mundial, com ligação direta à tradição rali que o público português tanto valoriza, esta entrada de Bettega e Perissinot oferece um argumento sólido: raridade temática, construção robusta e uma história que vale a pena contar. É uma escolha honesta para quem valoriza mecânica sobre marketing.

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