10% de desconto na primeira encomenda — crie uma conta gratuita

Criar conta

Lamborghini Urraco P250 Vermelho Kyosho 1:18

Lamborghini Urraco P250 Vermelho Kyosho 1:18
Preço atual: 196,00 
Esgotado

Modelo de momento esgotado. Junte-se à lista de espera e receba aviso assim que regressar ao stock.

Ver modelos Lamborghini
Pague em segurança
Especificações
Marca do carro
Lamborghini
Fabricante de modelos
Kyosho
Escala
1:18
Material
Metal
Estado do modelo
Modelo Novo
SKU
08446R
100% autêntico Direto dos fabricantes
Caixa de cartão 5 camadas Interior preenchido com espuma
Devoluções fáceis 14 dias, sem perguntas
Pagamento seguro Encriptação SSL 256-bit

Sobre o Lamborghini Urraco P250 Vermelho Kyosho 1:18

TL;DR: O Kyosho Lamborghini Urraco P250 Vermelho recria em diecast 1:18 a versão de entrada do GT 2+2 que a Lamborghini lançou para disputar o segmento do Porsche 911. Motor V8 de 2.5 litros, carroçaria em zamak e vermelho intenso típico do catálogo italiano. Peça honesta para uma colecção centrada na Sant'Agata dos anos 70.

Nem toda a Lamborghini dos anos 70 tinha um V12 nas costas. O P250 era a entrada de gama do Urraco, com um V8 de 2.5 litros pensado para tornar a marca de Sant'Agata acessível a um público mais amplo, sem perder a assinatura de Bertone e Gandini na carroçaria.

O Lamborghini Urraco P250 e a Entrada de Gama da Marca

Um V8 de 2.5 Litros Para Abrir Portas

Dentro da gama Urraco, o P250 ocupava o lugar de entrada, equipado com um V8 de 2.5 litros mais contido do que a variante P300 que se seguiria. A escolha reflectia uma estratégia comercial clara: oferecer o acesso à mecânica e ao desenho Lamborghini a um preço mais competitivo do que os exóticos de doze cilindros da marca, aproximando o Urraco do território disputado pelo Porsche 911 e por outros GTs europeus da época. Não foi um sucesso comercial retumbante, mas ajudou a Lamborghini a manter-se relevante fora do nicho estrito dos super desportivos.

A Carroçaria de Gandini Sem Exageros

O desenho de Marcello Gandini para a Bertone manteve-se praticamente inalterado entre as diferentes motorizações do Urraco, e o P250 beneficia da mesma linha contida, com um habitáculo 2+2 alongado e uma cintura de vidro baixa que evita o exagero visual comum a outros exóticos da década. É um desenho que envelheceu bem precisamente por não perseguir tendências passageiras, e a Kyosho respeita essa contenção ao não sobrecarregar a miniatura com detalhes que o carro real nunca teve.

Diecast Kyosho: Vermelho Intenso e Rigor de Proporções

Zamak e o Peso de uma Réplica Média-Alta

Ao segurar esta miniatura, o peso do zamak confirma imediatamente o registo de qualidade média-alta do diecast: nada de leveza artificial ou plástico disfarçado de metal. As linhas de junção do capot dianteiro e das portas mantêm-se regulares, e as proporções do habitáculo 2+2 respeitam o desenho original sem o encurtar para caber num molde genérico de coupé, um erro comum em réplicas menos cuidadas deste tipo de carro.

Vermelho Que Contrasta com o Cromado

O vermelho intenso escolhido para esta versão é a cor mais associada ao imaginário dos desportivos italianos, e aqui contrasta bem com os detalhes cromados dos para-choques e das grelhas frontais, elementos que a Kyosho define com nitidez suficiente para se distinguirem da carroçaria mesmo a alguma distância na vitrine. É uma escolha cromática mais expectável do que o amarelo de outras versões do mesmo catálogo, mas nem por isso menos eficaz a comunicar a identidade desportiva do Urraco.

P250 ou P300: o Que Realmente Importa na Vitrine

Com cerca de 21 centímetros à escala 1:18, este Urraco P250 vermelho ocupa o mesmo espaço discreto mas relevante que qualquer variante da gama, recordando a tentativa da Lamborghini de disputar terreno fora do segmento dos super desportivos de doze cilindros. O peso do zamak e a regularidade das linhas de junção confirmam o mesmo registo de qualidade média-alta que caracteriza esta escala na Kyosho, um ponto de comparação útil face a diecasts de gama mais básica onde essas folgas costumam ser irregulares. Para quem já possui a versão amarela do mesmo catálogo, a escolha entre as duas cores raramente se justifica pela mecânica, praticamente idêntica, e depende antes da composição de tons que se pretende alcançar numa fila de clássicos italianos dos anos 70.

0