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Lamborghini Miura SV Amarelo Kyosho 1:18

Lamborghini Miura SV Amarelo Kyosho 1:18
Preço atual: 196,00 
Esgotado

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Especificações
Marca do carro
Lamborghini
Fabricante de modelos
Kyosho
Escala
1:18
Material
Metal
Estado do modelo
Modelo Novo
SKU
08317Y
100% autêntico Direto dos fabricantes
Caixa de cartão 5 camadas Interior preenchido com espuma
Devoluções fáceis 14 dias, sem perguntas
Pagamento seguro Encriptação SSL 256-bit

Sobre o Lamborghini Miura SV Amarelo Kyosho 1:18

TL;DR: O Kyosho Lamborghini Miura SV 1:18 reproduz em diecast a evolução final do Miura, lançada por volta de 1970, com carroçaria amarela, cavas traseiras alargadas e acabamento sólido em metal, um marco do desenho automóvel europeu para coleções de supercarros clássicos.

Poucos desenhos capturam tão bem a transição entre os anos 60 e 70 como o Miura, e a versão SV representa o ápice técnico do modelo antes da chegada do Countach. Esta miniatura da Kyosho convida a um olhar demorado sobre os detalhes que separam a SV das versões P400 originais.

A Última Evolução do Miura em Escala 1:18

Desenho de Gandini e o Motor Central Transversal

Marcello Gandini desenhou o Miura na Bertone com um princípio que ainda hoje impressiona: colocar o motor V12 atrás dos ocupantes, montado transversalmente, e cobrir tudo com uma carroçaria baixa e tensa. Foi este layout que definiu o conceito de supercarro moderno, adotado depois por praticamente todos os rivais da década seguinte. A Kyosho respeita as proporções originais, com o capot dianteiro curto e o habitáculo deslocado para a frente, mantendo a leitura de silhueta que tornou o Miura reconhecível à distância. Quem quiser avaliar a fidelidade da miniatura pode comparar o ângulo do para-brisas e a inclinação do capot traseiro grelhado, dois elementos que a Bertone tratou com particular atenção no desenho original.

Cavas Alargadas e a Identidade Visual da SV

A versão SV, a mais potente da linhagem, trouxe cavas traseiras alargadas para acomodar jantes mais largas e uma distribuição de peso mais equilibrada. Desapareceram as pestanas em torno dos faróis, dando à frente um ar mais limpo. A Kyosho reproduz esta silhueta revista com jantes de rebordo largo e as saliências laterais que distinguem a SV das versões P400 e P400 S à primeira vista. Comparar esta SV com uma P400 original é também uma forma de perceber a evolução da marca ao longo de poucos anos, do desenho puro ao acabamento mais agressivo que o mercado da época exigia.

Construção Diecast e Acabamento Kyosho

Peso, Linhas de Junção e Charneiras

Ao retirar esta miniatura da caixa, o peso do diecast é a primeira impressão: uma densidade que comunica de imediato construção em metal, diferente da leveza da resina. As portas, o capot e a tampa do compartimento do motor abrem sobre charneiras metálicas com resistência perceptível, sem soltura mesmo após manuseamento repetido. As linhas de junção entre painéis mantêm-se estreitas e regulares, um sinal de cuidado na montagem que separa este segmento de gama intermédia das peças mais económicas. Com o tempo, um diecast bem tratado mantém a pintura sem amarelecer, desde que guardado ao abrigo de luz solar direta e da humidade, cuidados simples que prolongam a vida da peça em vitrine.

Pintura Amarela e Detalhes Cromados

O amarelo aplicado sobre a carroçaria tem profundidade visível sob luz direta, sem zonas foscas ou irregulares junto às cavas. Os detalhes cromados nas grelhas traseiras e nos para-choques são aplicados com precisão, e o interior reproduz os bancos e o painel de instrumentos com texturas legíveis. Face a uma peça em resina de tiragem limitada, este diecast troca a nitidez extrema das linhas por a possibilidade de abrir portas e capot, uma escolha que privilegia a interatividade sobre o rigor absoluto de superfície.

Lugar na Vitrine de Supercarros Italianos

Ao lado de um Countach ou de um De Tomaso Pantera, este Miura SV ocupa um lugar de charneira numa coleção dedicada aos supercarros italianos que antecederam a era dos spoilers exagerados e da aerodinâmica agressiva. A 1:18, a miniatura mede pouco mais de 22 centímetros, um formato que preenche bem uma fila de vitrine sem exigir um espaço desproporcionado. Para quem procura montar uma cronologia Lamborghini, este SV marca o fim de uma geração antes da chegada do Countach, tornando-se a peça que fecha capítulos e abre outros numa mesma estante. É também uma escolha sensata para quem prefere um diecast robusto a uma peça de resina mais frágil, sobretudo se a miniatura for manuseada com regularidade fora da vitrine.

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