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Jaguar E-Type 3.8 Series 1 Preto Kyosho 1:18

Jaguar E-Type 3.8 Series 1 Preto Kyosho 1:18
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Especificações
Marca do carro
Jaguar
Fabricante de modelos
Kyosho
Escala
1:18
Material
Metal
Estado do modelo
Modelo Novo
SKU
08954BK
100% autêntico Direto dos fabricantes
Caixa de cartão 5 camadas Interior preenchido com espuma
Devoluções fáceis 14 dias, sem perguntas
Pagamento seguro Encriptação SSL 256-bit

Sobre o Jaguar E-Type 3.8 Series 1 Preto Kyosho 1:18

TL;DR: O Kyosho Jaguar E-Type 3.8 Series 1 1:18 recria em diecast preto o desportivo britânico lançado em 1961, com carroçaria monocoque e capot alongado fiéis ao original que Enzo Ferrari terá considerado o mais bonito já construído. A pintura escura acentua cada curva da lataria numa peça central para coleções britânicas.

Poucos desportivos britânicos dividem tanta opinião sobre qual é a sua melhor cor como o E-Type, e o preto, sóbrio e dramático, continua a ser a escolha que mais revela a escultura da carroçaria desenhada por Malcolm Sayer.

O E-Type 3.8 e a Revolução Silenciosa de 1961

Monocoque e Suspensão Traseira Independente

Quando a Jaguar apresentou o E-Type em Genebra, em 1961, o mercado ainda esperava desportivos construídos sobre chassis separado, mas o E-Type trouxe uma estrutura monocoque e suspensão traseira independente, soluções que a maioria dos rivais só adotaria anos depois. Esta abordagem também tornava o E-Type mais rígido em torção do que os desportivos rivais da época, contribuindo para o comportamento em curva que os jornalistas de então elogiavam. Essa engenharia avançada, escondida sob uma carroçaria já por si notável, é parte do motivo pelo qual o modelo continua a ser estudado por quem se interessa por design automóvel britânico.

O Motor XK 3.8 e a Promessa dos 150 Mph

Esta primeira série do E-Type usava o bloco XK de 3.8 litros, herdado do anterior XK150, e a Jaguar reivindicava para o modelo uma velocidade máxima próxima dos 150 mph, um número que testes de estrada da época colocaram por vezes ligeiramente abaixo, sobretudo na versão descapotável. Este motor de seis cilindros em linha, robusto e já testado noutros modelos Jaguar, dava ao E-Type uma fiabilidade que muitos rivais europeus da época não conseguiam garantir com a mesma consistência. Ainda assim, o desempenho real bastou para consolidar o E-Type como um dos desportivos mais rápidos disponíveis ao público em 1961.

Preto: a Cor que Mais Exige do Acabamento

Profundidade de Pintura sob Luz Direta

O preto é, entre todas as cores, a que menos perdoa imperfeições de acabamento: qualquer variação na espessura da tinta ou marca de poeira torna-se visível sob luz direta, muito mais do que aconteceria num tom claro. A Kyosho aplica esta pintura com uma superfície uniforme que, à luz de uma vitrine, revela a profundidade da cor sem expor as arestas de moldagem que uma cor mais clara disfarçaria com facilidade. É também a cor que melhor dissimula pequenas variações de textura entre painéis adjacentes, o que exige da Kyosho um controlo apertado sobre a uniformidade da camada aplicada.

Zamak, Charneiras e o Capot Alongado

O peso do zamak confirma-se ao retirar o modelo da caixa, e o capot longo, uma das assinaturas visuais do E-Type, abre sobre charneiras metálicas que mantêm a posição sem ceder ao próprio peso. As portas seguem o mesmo padrão, abrindo com resistência suficiente para não oscilarem ao mais leve toque, um detalhe que se nota ao comparar com diecast de gama mais básica. É sob esse capot que se revela o motor recriado, um dos pontos que separa esta gama de acabamento das réplicas mais simples de nível de entrada.

Contexto de Exibição para um E-Type em Preto

Escala 1:18 e as Proporções do Capot

A 1:18, o E-Type ronda os 24 centímetros de comprimento, e é o capot, desproporcionadamente longo em relação à cabine, que domina visualmente a peça, tal como acontecia no automóvel real. As jantes de raios finos e os pneus de perfil estreito, característicos do início dos anos 60, mantêm a mesma atenção ao detalhe visível junto aos guarda-lamas traseiros arredondados. Essa proporção só se aprecia verdadeiramente numa escala grande; em 1:43 o efeito dramático do desenho de Sayer perde-se em parte.

Preto Contra as Outras Librés do Catálogo

Ao lado das versões em verde-escuro ou amarelo-claro da mesma carroçaria, o preto assume um papel mais formal, quase de gala, enquanto as outras cores acentuam o lado mais desportivo ou mais ousado do mesmo desenho. Muitos colecionadores optam por adquirir mais do que uma cor precisamente para comparar como a mesma escultura de carroçaria se comporta sob tratamentos cromáticos tão distintos. Escolher entre elas é sobretudo uma questão de que personalidade se quer destacar na vitrine, já que a arquitetura e o rigor de construção são partilhados por toda a gama.

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