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Ferrari Testarossa Vermelho Kyosho 1:18

Ferrari Testarossa Vermelho Kyosho 1:18
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Especificações
Marca do carro
Ferrari
Fabricante de modelos
Kyosho
Escala
1:18
Material
Metal
Estado do modelo
Modelo Usado
SKU
08422R
100% autêntico Direto dos fabricantes
Caixa de cartão 5 camadas Interior preenchido com espuma
Devoluções fáceis 14 dias, sem perguntas
Pagamento seguro Encriptação SSL 256-bit

Sobre o Ferrari Testarossa Vermelho Kyosho 1:18

TL;DR: O Kyosho Ferrari Testarossa 1:18 reproduz em diecast o supercarro de Maranello com motor flat-12 e as entradas de ar laterais desenhadas pela Pininfarina. Nesta versão de 1990 em vermelho clássico, a miniatura documenta um dos desportivos mais associados à estética dos anos 80 e ao imaginário popular da época.

Poucos desportivos italianos dos anos 80 são tão facilmente reconhecíveis quanto o Testarossa, com as suas entradas de ar laterais a estenderem-se por toda a lateral da carroçaria. Desenhado pela Pininfarina para resolver um problema de arrefecimento dos radiadores traseiros, o resultado tornou-se uma das assinaturas visuais mais citadas da Ferrari.

As entradas de ar laterais e a solução da Pininfarina

Motor flat-12 e o desafio de arrefecimento traseiro

O Testarossa substituiu o 512 BB em 1984 com uma alteração radical de arquitetura de arrefecimento: em vez de radiadores dianteiros, a Ferrari moveu-os para as laterais traseiras, junto ao motor central. Essa mudança exigiu grandes tomadas de ar para alimentar os radiadores, e a Pininfarina resolveu o problema com as célebres entradas horizontais que percorrem toda a lateral da carroçaria, um elemento tão funcional quanto estético. O motor flat-12 de quase cinco litros, herdado e evoluído da linhagem Berlinetta Boxer, mantinha a tradição Ferrari de motores centrais-traseiros de doze cilindros em carros de estrada. Esta unidade de 1990 situa-se já na fase final de produção do modelo original, antes da chegada das variantes 512 TR que trariam atualizações estéticas e mecânicas.

Um desportivo que definiu a estética Ferrari dos anos 80

A combinação de carroçaria larga, entradas laterais marcantes e um único farol retrátil de cada lado tornou o Testarossa um dos desportivos mais reproduzidos em cartazes de quarto de adolescente na segunda metade dos anos 80. A sua presença em produções televisivas da época consolidou essa imagem popular, ao ponto de o carro ser hoje tão associado à década quanto certas peças de vestuário ou música do período. É um desportivo que ultrapassou o círculo dos entusiastas de automóveis e entrou na cultura popular geral.

Capturar em diecast as strakes sem as simplificar

Vermelho clássico e a profundidade da pintura Ferrari

O vermelho é a cor mais associada ao Testarossa na memória colectiva, e reproduzir essa tonalidade num diecast exige profundidade de pintura suficiente para não parecer plana sob luz direta. A Kyosho aplica a cor em camadas que revelam alguma variação de brilho conforme o ângulo de observação, um detalhe que se nota sobretudo nas superfícies curvas da traseira, onde as entradas de ar criam sombras naturais que a pintura tem de acompanhar sem perder uniformidade.

Proporções largas e o peso de um diecast 1:18

As entradas de ar laterais são um dos elementos mais difíceis de reproduzir com nitidez num diecast, porque exigem aberturas regulares ao longo de uma superfície curva sem comprometer a rigidez do corpo em metal fundido. A Kyosho mantém essas ranhuras bem definidas nesta miniatura, e a largura generosa da carroçaria, fiel às proporções largas do original, transmite peso e presença na mão assim que se retira a peça da caixa. É um dos supercarros mais largos da sua geração, e a miniatura respeita essa característica.

O Testarossa entre os supercarros de coleção

Ao lado de outros supercarros italianos da mesma década, como um Lamborghini Countach ou um Ferrari 288 GTO, o Testarossa acrescenta uma nota distinta a uma coleção de supercarros dos anos 80: a de um desenho reconhecido tanto pelos entusiastas de automóveis como pelo público em geral. É uma peça que funciona bem como destaque isolado numa vitrine, dada a largura da carroçaria e o impacto visual das entradas de ar, mas também se integra naturalmente numa linha temática dedicada à Ferrari ou aos supercarros de motor central-traseiro da década. Com cerca de 24 centímetros de comprimento em 1:18, exige um espaço generoso na estante. Guardado ao abrigo de luz solar direta, o vermelho profundo desta miniatura mantém a sua saturação por muitos anos, um cuidado válido para qualquer peça de pintura vermelha exposta em vitrine.

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