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Ferrari 250 GTO Vermelho Kyosho 1:18

Ferrari 250 GTO Vermelho Kyosho 1:18
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Esgotado

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Especificações
Marca do carro
Ferrari
Fabricante de modelos
Kyosho
Escala
1:18
Material
Metal
Estado do modelo
Modelo Novo
SKU
08438R
100% autêntico Direto dos fabricantes
Caixa de cartão 5 camadas Interior preenchido com espuma
Devoluções fáceis 14 dias, sem perguntas
Pagamento seguro Encriptação SSL 256-bit

Sobre o Ferrari 250 GTO Vermelho Kyosho 1:18

TL;DR: O Ferrari 250 GTO da Kyosho é uma miniatura diecast 1:18 do coupé de 1962, em vermelho clássico, desenhado por Scaglietti sobre a base mecânica de Bizzarrini. Reproduz as linhas fluidas e a raridade de um automóvel que venceu a classe GT em Le Mans três anos seguidos e hoje domina os leilões de clássicos.

Poucos automóveis carregam tanto peso histórico como o 250 GTO. A Kyosho aborda essa responsabilidade com uma versão vermelha em diecast 1:18, fiel às proporções que Scaglietti desenhou para um dos GT mais raros já construídos.

Kyosho e o Ferrari 250 GTO em Diecast 1:18

A carroçaria em liga de zinco reproduz o nariz longo e baixo, as tomadas de ar laterais e a cauda curta que definem o desenho de Scaglietti, com painéis que fecham com folgas discretas junto às portas e ao capot dianteiro. O vermelho aplicado nesta versão mantém profundidade sob luz direta, sem zonas opacas junto aos rebordos das cavas das rodas, e as jantes com raios finos, fiéis ao desenho de competição da época, completam bem o conjunto. As portas e o capot abrem sobre dobradiças metálicas que seguram a posição sem ceder sob o próprio peso, revelando um interior com bancos em pele sintética e um painel de instrumentos com boa legibilidade. Comparado com uma alternativa em resina selada, este diecast sacrifica alguma nitidez extrema nas linhas em troca da possibilidade de abrir os painéis e mostrar o motor V12 sob o capot, um argumento a favor de quem valoriza interação física com a peça.

Bizzarrini, Scaglietti e a Raridade de 1962

O 250 GTO nasceu da colaboração entre a engenharia de Giotto Bizzarrini e o desenho de carroçaria de Sergio Scaglietti, uma combinação que produziu um automóvel tão eficiente aerodinamicamente quanto elegante nas suas proporções. A Ferrari construiu apenas 36 unidades, um número que por si só justifica o estatuto de raridade absoluta que o modelo mantém até hoje. Em pista, o 250 GTO venceu a classe GT nas 24 Horas de Le Mans três anos consecutivos, um domínio que consolidou a reputação do modelo como um dos GT de competição mais bem-sucedidos da sua era. Essa combinação de raridade extrema e sucesso desportivo comprovado é o que hoje coloca exemplares originais entre os automóveis mais valorizados em leilões de clássicos em todo o mundo.

Vermelho Clássico e Lugar Central na Vitrine

Com cerca de 23 centímetros de comprimento nesta escala 1:18, o 250 GTO ocupa naturalmente uma posição central em qualquer fila dedicada aos GT italianos clássicos, sobretudo ao lado de outros Ferrari da mesma década, como o 275 GTB ou o Daytona. O vermelho de competição beneficia de luz direta em ângulo, que revela a curvatura contínua dos painéis laterais sem interrupções visíveis. Ao lado de uma versão de corrida do mesmo modelo, esta variante de estrada permite contar duas histórias complementares: a elegância do carro para uso civil e a agressividade da versão preparada para competição.

Perguntas frequentes sobre o Ferrari 250 GTO vermelho

Que material usa a Kyosho nesta miniatura do 250 GTO?

A Kyosho constrói esta miniatura em diecast, com portas e capot articulados. O peso da peça denuncia a construção metálica, e o vermelho de competição está aplicado com profundidade visível sob luz direta.

Qual é o tamanho aproximado deste modelo em escala 1:18?

O 250 GTO mede aproximadamente 23 centímetros de comprimento nesta escala, um tamanho que exige destaque numa fila de GT italianos clássicos, idealmente com espaço próprio para não competir visualmente com peças vizinhas.

Quantas unidades originais do 250 GTO a Ferrari construiu?

A Ferrari construiu apenas 36 unidades do 250 GTO original, um número que sustenta o estatuto de raridade absoluta do modelo e explica porque exemplares reais figuram entre os automóveis mais valorizados em leilões clássicos.

Esta versão vermelha difere da variante de corrida #22 do mesmo modelo?

Sim, esta versão civil apresenta um acabamento vermelho de estrada mais polido, enquanto a variante de corrida reproduz a pintura de competição das 24 Horas de Le Mans 1962, com numeração e faixas de identificação distintas.

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