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Rolls-Royce Phantom VI Vermelho Bege Claro Kyosho 1:18

Rolls-Royce Phantom VI Vermelho Bege Claro Kyosho 1:18
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Especificações
Marca do carro
Rolls-Royce
Fabricante de modelos
Kyosho
Escala
1:18
Material
Metal
Estado do modelo
Modelo Novo
SKU
08905RLB
100% autêntico Direto dos fabricantes
Caixa de cartão 5 camadas Interior preenchido com espuma
Devoluções fáceis 14 dias, sem perguntas
Pagamento seguro Encriptação SSL 256-bit

Sobre o Rolls-Royce Phantom VI Vermelho Bege Claro Kyosho 1:18

TL;DR: O Kyosho Rolls-Royce Phantom VI 1:18 recria em diecast a limusine britânica de 1968, com carroçaria bege e vermelha construída artesanalmente pela Mulliner Park Ward. Produzida ao longo de mais de duas décadas, é uma peça rara para colecionadores de automóveis de estado.

Poucos automóveis carregam tanto protocolo como o Phantom VI, construído não para venda ao público em geral mas para chefes de estado e a própria realeza britânica, e é essa exclusividade que a Kyosho traduz nesta miniatura de dimensões imponentes.

O Phantom VI e o Protocolo dos Carros de Estado

Uma Produção que Atravessou Duas Décadas

A Rolls-Royce manteve o Phantom VI em produção entre 1968 e o início da década de 1990, uma longevidade rara mesmo para os padrões da marca. O modelo nunca foi pensado para venda generalizada: serviu como carro de estado para a família real britânica e para chefes de estado em várias partes do mundo, mantendo ao longo de mais de vinte anos uma mecânica praticamente inalterada. Esta continuidade de duas décadas é rara mesmo dentro do catálogo Rolls-Royce, onde a maioria dos modelos renova a plataforma a cada década. Essa continuidade é parte do que torna o Phantom VI um objeto de coleção tão distinto, um automóvel que atravessou décadas sem procurar seguir tendências.

Mulliner Park Ward e a Carroçaria Feita à Mão

Cada carroçaria do Phantom VI saía das mãos da Mulliner Park Ward, a carroçaria da Rolls-Royce responsável por construir estes automóveis um a um, sem duas unidades rigorosamente iguais. Esse processo artesanal explica o volume de produção reduzido e a exclusividade que ainda hoje rodeia o modelo. Para a Kyosho, reproduzir este automóvel implica respeitar proporções que não seguem o desenho industrial comum a um sedã de produção em série, e é essa singularidade de silhueta que a miniatura procura transmitir. Essa exclusividade traduz-se também na escassez de peças de coleção autênticas desta viatura, o que torna qualquer réplica bem executada ainda mais valorizada por quem estuda o automóvel britânico de luxo.

Zamak, Peso e o Bege de Cerimónia

Densidade que Sinaliza Qualidade

Ao retirar esta miniatura da caixa, o peso do zamak entrega de imediato a sensação de solidez que a escala grande exige. Numa limusine desta dimensão, um diecast leve pareceria imediatamente errado, e a densidade do metal aqui reforça a presença de um automóvel que na realidade pesava várias toneladas. É esse peso na mão, mais do que qualquer detalhe pintado, que primeiro convence um colecionador experiente da qualidade de construção.

Detalhe Cromado e Acabamento Bege e Vermelho

O acabamento bege e vermelho de estado é aplicado com uma divisão de cor limpa ao longo da lateral, sem manchas nem sobreposição junto aos frisos cromados. A grelha frontal, os para-choques e o emblema da Spirit of Ecstasy recebem um cromado bem definido, e as portas abrem sobre dobradiças metálicas para revelar um interior que procura aproximar-se do luxo de estofos e madeira do original. É um nível de acabamento coerente com o preço mais elevado que este segmento exige.

Raridade que Justifica Espaço Próprio na Vitrine

Escala 1:18 e a Presença de uma Limusine

O Phantom VI real ultrapassava os cinco metros e oitenta de comprimento, o que em 1:18 se traduz numa miniatura que ronda os 32 centímetros, bem acima da maioria dos sedãs de coleção. Essa dimensão exige um espaço próprio na vitrine, mas recompensa com uma presença que nenhum desportivo compacto consegue igualar. Comparado com a escala 1:43, mais comum para sedãs de produção, o 1:18 permite apreciar detalhes como a grelha, os para-choques cromados e a linha do tejadilho que definem o desenho cerimonial do Phantom VI.

Ao Lado de Outros Clássicos Britânicos

Numa coleção dedicada ao automóvel britânico, este Phantom VI funciona como o extremo oposto de um desportivo como o Jaguar E-Type: onde um representa velocidade e ousadia, o outro representa protocolo e discrição. O preço mais elevado que normalmente acompanha peças desta complexidade e dimensão reflete o número de componentes e o acabamento exigido, não apenas a marca no capot. É uma escolha para colecionadores que já possuem os desportivos mais óbvios e procuram algo que poucos catálogos oferecem com este nível de fidelidade.

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