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Ferrari 156 Sharknose P. Hill / W. von Trips Belgian GP 1961 CMC 1:18

Ferrari 156 Sharknose P. Hill / W. von Trips Belgian GP 1961 CMC 1:18
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Especificações
Marca do carro
Ferrari
Fabricante de modelos
CMC
Escala
1:18
Material
Metal
Estado do modelo
Modelo Usado
SKU
M-070
100% autêntico Direto dos fabricantes
Caixa de cartão 5 camadas Interior preenchido com espuma
Devoluções fáceis 14 dias, sem perguntas
Pagamento seguro Encriptação SSL 256-bit

Sobre o Ferrari 156 Sharknose P. Hill / W. von Trips Belgian GP 1961 CMC 1:18

TL;DR: Diecast CMC 1:18 do Ferrari 156 Sharknose, monoposto de Phil Hill e Wolfgang von Trips no GP da Bélgica de 1961, ano do título mundial de Hill. Modelo usado, caixa com marcas de armazenamento. O nariz bipartido e o cockpit expõem motor e cabine sem carenagem sobre eles.

O 156 é o carro do nariz partido que redefiniu a estética da Fórmula 1 no início dos anos 60, e esta réplica CMC leva esse detalhe ao centro da vitrine.

O Nariz Bipartido do 156 em Escala CMC

A assinatura visual deste monoposto é a admissão de ar dividida em duas narinas na frente da carroçaria, um detalhe que a CMC reproduz com nitidez na carroçaria em zamak. Sem capota sobre o cockpit, o motor V6 e o painel de instrumentos ficam à vista permanentemente, e é aí que a construção em diecast com peças separadas se justifica: cada tubo da estrutura e cada elemento da suspensão são visíveis e distintos. O peso do modelo na mão confirma a construção metálica típica da CMC, e a pintura vermelha sobre a carroçaria mantém profundidade mesmo no estado usado deste exemplar, cuja caixa apresenta apenas marcas de armazenamento.

1961: o Ano do Título de Phil Hill

A temporada de 1961 marcou o primeiro e único título mundial de Phil Hill, conquistado com o 156, num ano também marcado pela morte de Wolfgang von Trips em Monza. O Grande Prémio da Bélgica desse ano ficou associado a um dos domínios mais claros da Ferrari na competição de então. Para colecionadores de Fórmula 1 histórica, esta réplica funciona como peça de referência de uma época de transição técnica, entre os monopostos com motor à frente e a nova geração que se seguiria, e encaixa naturalmente numa cronologia de monopostos italianos dos anos 60.

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