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Ford Escort Mk2 RS2000 #9 A. Vatanen / P. Bryant RAC Rally 1977 MCG 1:18

Ford Escort Mk2 RS2000 #9 A. Vatanen / P. Bryant RAC Rally 1977 MCG 1:18
Preço atual: 64,00 
Restam 3 unidades
Entrega prevista: 09-11.09.2026
Portes desde 9,50  Com seguimento e seguro
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Especificações
Marca do carro
Ford
Fabricante de modelos
MCG
Escala
1:18
Material
Metal
Estado do modelo
Modelo Novo
SKU
MCG18437R
100% autêntico Direto dos fabricantes
Caixa de cartão 5 camadas Interior preenchido com espuma
Devoluções fáceis 14 dias, sem perguntas
Pagamento seguro Encriptação SSL 256-bit

Sobre o Ford Escort Mk2 RS2000 #9 A. Vatanen / P. Bryant RAC Rally 1977 MCG 1:18

TL;DR: O Ford Escort Mk2 RS2000 #9 da MCG recria, em diecast 1:18, o carro de Ari Vatanen e P. Bryant no Rali RAC de 1977. O corpo é fundido em zamak numa única peça, sem painéis articulados, com a pintura de competição e os autocolantes de época aplicados com rigor.

Antes de conquistar o título mundial de pilotos em 1981, Ari Vatanen dava os primeiros quilómetros ao volante dos Escort de fábrica da Ford — e o Rali RAC de 1977 é um desses capítulos iniciais. A MCG escolhe este momento preciso para o seu Escort Mk2 RS2000 #9, um carro que ainda respira a terra britânica antes da consagração internacional do piloto finlandês.

O Ford Escort Mk2 RS2000 nas florestas do Rali RAC

Um chassis de tração traseira pensado para a terra

O Escort Mk2 chegou em 1975 para suceder ao Mk1, mantendo a fórmula que tornou os Escort tão eficazes em rali: motor dianteiro, tração traseira e um chassis leve, fácil de colocar em deriva nas curvas de terra batida. A Ford apostava nesta geração através da sua estrutura de competição, e os resultados internacionais ao longo da segunda metade da década confirmaram a escolha. A versão RS2000 herda a carroçaria robusta e as guarda-lamas alargadas típicas das versões de competição, uma silhueta que qualquer aficionado do rali britânico reconhece de imediato nas fotografias de época. A designação RS2000 reflecte o motor de 2.0 litros da gama de estrada, com actualizações mecânicas específicas nas versões de competição.

O Rali RAC, uma das provas mais duras do calendário

O Rali RAC, disputado nas florestas de Inglaterra e Escócia, tinha fama de ser uma das provas mais exigentes do calendário mundial, com troços estreitos, lama profunda e visibilidade reduzida à luz dos faróis. Competir e terminar já era uma vitória para muitas equipas privadas, e mesmo os carros de fábrica sofriam avarias frequentes nestas condições. É este cenário áspero que a MCG recria com o número 9 na porta, a mesma disciplina que forjou a reputação de resistência do Escort junto dos aficionados do rali britânico. Nas edições da década de 1970, poucos inscritos viam a bandeira de chegada, o que tornava qualquer resultado de fábrica valioso para a imagem da marca.

Ari Vatanen: os primeiros passos rumo a um título mundial

Ari Vatanen chegava ao Rali RAC de 1977 ainda a construir o currículo que, poucos anos depois, o levaria ao título mundial de pilotos de 1981, também ao volante de um Escort da Ford. O piloto finlandês integrava-se progressivamente nas fileiras de competição da marca, um percurso que passava por eventos duros como este antes de qualquer consagração internacional. Ao lado, P. Bryant assumia o banco do navegador, uma parceria que refletia a prática comum da época de equipas privadas e semi-oficiais a competir ombro a ombro com os carros de fábrica mais bem financiados. O Rali RAC servia como um dos exames mais severos do calendário europeu, e para um piloto em ascensão, presença nesta prova era tão importante quanto o resultado final. A MCG grava este momento sem tentar reescrever o resultado histórico da corrida, respeitando o que se sabe com segurança: o carro, o número, o ano e os nomes na porta. Anos mais tarde, o mesmo piloto tornar-se-ia sinónimo do Grupo B ao volante do Peugeot 205 T16 e multiplicaria triunfos no Rali Paris-Dakar, uma trajetória que começa, em miniatura, precisamente em carros de rali clássico como este Escort Mk2 RS2000. Para quem monta uma coleção dedicada aos anos de formação dos grandes campeões, este RS2000 funciona como o capítulo inicial de uma história que qualquer aficionado do rali reconhece de imediato.

Como a MCG reproduz o Escort RS2000 de rali em diecast 1:18

Zamak, o corpo selado e as linhas de junção

O corpo deste Escort é fundido em zamak, a liga de zinco que dá peso e densidade à peça quando sai da caixa. Essa massa metálica confere estabilidade dimensional ao longo dos anos, algo que a resina, mais leve e mais frágil ao choque, não consegue igualar. A MCG constrói esta carroçaria como uma peça única e selada, sem portas, capot ou porta-bagagens articulados. Sem tolerâncias de charneira a considerar, as linhas de junção correm contínuas e apertadas, e a proporção geral do carro, alargamentos de guarda-lamas incluídos, mantém-se fiel ao original sem interrupções visíveis na carroçaria.

Pintura, decalques e a fidelidade da carroçaria de competição

A pintura assenta sobre uma base metálica rígida, o que permite um brilho mais profundo e uniforme do que numa peça mais porosa, e sob luz direta a superfície revela a textura suave típica de um acabamento de competição de fábrica. Os autocolantes reproduzem o número 9 na porta e os patrocinadores de época, aplicados com o registo alinhado que se espera de um modelo à escala desta categoria. As jantes reproduzem o desenho de competição do período, e os faróis suplementares no capot, tão característicos dos Escort de rali dos anos setenta, aparecem bem definidos e sem desalinhamentos entre as peças moldadas. Comparar estes elementos com fotografias de arquivo do carro real é o primeiro exercício de qualquer avaliação de fidelidade.

Onde este Escort de rali se posiciona numa coleção WRC Classic

Face a alternativas em resina de mesma escala, esta MCG diecast troca a leveza e as arestas mais finas da resina por peso, densidade e uma resistência ao manuseamento que compensa em peças exibidas com frequência ou deslocadas entre vitrines. O segmento WRC Classic, ao qual este Escort pertence, reúne carros de uma era em que o rali europeu ainda respirava um amadorismo competitivo hoje impossível de repetir, e um modelo assim funciona bem ao lado de outros Ford ou Escort de gerações vizinhas, construindo uma cronologia da marca nas florestas britânicas. A 1:18, a carroçaria mede aproximadamente 25 centímetros, cabendo sem aperto numa fiada padrão de vitrine. Para quem quer comprar uma peça de rali clássico com preço acessível sem abdicar de rigor na carroçaria e nos autocolantes, este é um ponto de partida sólido antes de investir em peças de fábrica mais raras. É também uma escolha honesta: quem procura peças articuladas com motor visível deve olhar para outra gama, mas quem valoriza carroçaria e pintura bem executadas encontra aqui o essencial.

64,00 
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