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Sauber C9 Ice Silver 1989 Exoto 1:18

Sauber C9 Ice Silver 1989 Exoto 1:18
Preço atual: 569,00 
Última unidade
Entrega prevista: 26-28.08.2026
Portes desde 12,00  Com seguimento e seguro
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Especificações
Marca do carro
Sauber
Fabricante de modelos
Exoto
Escala
1:18
Material
Metal
Estado do modelo
Modelo Usado
SKU
SAUBER003
100% autêntico Direto dos fabricantes
Caixa de cartão 5 camadas Interior preenchido com espuma
Devoluções fáceis 14 dias, sem perguntas
Pagamento seguro Encriptação SSL 256-bit

Sobre o Sauber C9 Ice Silver 1989 Exoto 1:18

TL;DR: A Exoto reproduz em diecast, à escala 1:18, o Sauber C9 que venceu as 24 Horas de Le Mans de 1989 em prata, livrea que a Mercedes-Benz ligou ao legado das Flechas de Prata. O modelo tem partes móveis, incluindo o capot sobre o motor, e reproduz o protótipo de Grupo C ao detalhe.

O Grupo C viveu o seu apogeu técnico no final dos anos oitenta, quando protótipos de resistência ultrapassavam largamente os seiscentos cavalos e disputavam Le Mans a velocidades médias que ainda hoje impressionam. O Sauber C9, com motor Mercedes-Benz, venceu essa edição de 1989 numa livrea prata que a marca alemã escolheu deliberadamente para evocar as Flechas de Prata de antes da guerra. A Exoto reproduz esse protótipo com partes móveis que revelam o motor sob o capot.

O Sauber C9 e a Vitória de Le Mans em 1989

Grupo C no Auge e o Regresso da Mercedes-Benz

No final da década de oitenta, o Grupo C reunia os protótipos mais rápidos que já correram em provas de resistência, com fabricantes a desenvolverem tecnologia que rivalizava directamente com a Fórmula 1 em termos de sofisticação aerodinâmica e potência. A Mercedes-Benz, através da parceria técnica com a Sauber, regressou à competição de topo depois de décadas afastada da linha da frente, trazendo consigo recursos e engenharia que rapidamente colocaram o C9 entre os protótipos mais competitivos do pelotão. Essa combinação culminou na vitória geral nas 24 Horas de Le Mans de 1989.

A Livrea Prata e as Flechas de Prata

A escolha da cor prata para o C9 não foi apenas estética, foi uma decisão de marketing deliberada da Mercedes-Benz, que associou a livrea ao legado das Flechas de Prata, os automóveis de competição alemães de antes da guerra que dominaram as pistas europeias na década de trinta. Esse regresso simbólico à cor prata, décadas depois, ligou visualmente a nova geração de protótipos de resistência a uma herança de competição que qualquer aficionado alemão reconhecia de imediato. Para colecionadores, essa livrea específica é um dos elementos mais procurados de toda a era Grupo C, tanto pela vitória em si como pelo peso simbólico da cor.

O Rigor da Exoto em Diecast Articulado

Partes Móveis e o Capot Sobre o Motor

Esta miniatura da Exoto reproduz o C9 com partes móveis, incluindo o capot que se levanta para revelar o motor Mercedes-Benz que impulsionou o protótipo a Le Mans. Essa característica articulada distingue claramente esta peça de reproduções de corpo selado, permitindo observar de perto a disposição mecânica que os engenheiros da época conseguiram encaixar sob uma carroçaria pensada primariamente para a aerodinâmica. A Exoto tem uma reputação consolidada precisamente por este tipo de detalhe articulado em temas de competição, oferecendo aos colecionadores mais exigentes acesso visual a zonas do automóvel que uma peça de corpo único manteria permanentemente escondidas.

Prata Metalizado e a Exigência do Contraste

O acabamento prata metalizado sobre uma base de zamak exige um contraste rigoroso com os elementos gráficos da livrea, os logótipos dos patrocinadores que decoravam a carroçaria em Le Mans, e qualquer imprecisão nesse contraste compromete imediatamente a credibilidade do modelo aos olhos de um colecionador que conhece bem a livrea original. O diecast, mais pesado e denso na mão do que uma peça equivalente em resina, transmite ainda a solidez que se associa aos protótipos de Grupo C, automóveis construídos para suportar vinte e quatro horas contínuas de competição a velocidades extremas.

Le Mans 1989 no Contexto do Grupo C

Le Mans em 1989 representou um dos pontos mais altos da era Grupo C, com um pelotão que incluía protótipos de várias marcas de referência a competir num formato de resistência que testava simultaneamente velocidade máxima e fiabilidade mecânica ao longo de vinte e quatro horas ininterruptas. A vitória do C9 nesse ano confirmou o regresso da Mercedes-Benz ao mais alto nível da competição de resistência, um resultado que a marca celebrou amplamente e que continua a ser um dos momentos de referência da história recente de Le Mans. Para colecionadores de protótipos clássicos, esta vitória específica tem um peso que poucas outras conquistas do período conseguem igualar, precisamente pela combinação entre resultado desportivo e significado simbólico da livrea prata. Um C9 nesta configuração não é apenas um automóvel de competição bem-sucedido, é também o símbolo visual do regresso de um dos nomes mais respeitados do automobilismo mundial à disciplina que ajudou a definir décadas antes.

Escala 1:18 e Lugar Numa Vitrine de Protótipos

À escala 1:18, o C9 ocupa cerca de 25 centímetros de comprimento, coerente com outros protótipos de Grupo C da mesma escala e com espaço suficiente para o capot aberto não ultrapassar os limites habituais de uma prateleira de vitrine. É uma peça que ganha ainda mais valor exposta com o capot levantado, mostrando o motor Mercedes-Benz que a maioria das reproduções de corpo selado mantém invisível. Comparado com o formato 1:43, o 1:18 permite apreciar tanto os detalhes mecânicos internos como o contraste da livrea prata com os logótipos dos patrocinadores. Para um colecionador que já reúne protótipos de Le Mans de outras décadas, este Sauber C9 completa um dos capítulos mais simbólicos da história recente da resistência automóvel.

569,00 
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