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BMW 3.0 CSL Art Car Alexander Calder #51 H. Poulain / S. Posey / J. Guichet 24 Hours of Le Mans 1975 Minichamps 1:18

BMW 3.0 CSL Art Car Alexander Calder #51 H. Poulain / S. Posey / J. Guichet 24 Hours of Le Mans 1975 Minichamps 1:18
Preço atual: 759,00 €
Última unidade
Entrega prevista: 27-28.10.2026
Portes desde 16,50 € Com seguimento e seguro
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Especificações
Marca do carro
BMW
Fabricante de modelos
Minichamps
Escala
1:18
Material
Metal
Estado do modelo
Modelo Novo
SKU
80430150918
100% autêntico Direto dos fabricantes
Caixa de cartão 5 camadas Interior preenchido com espuma
Devoluções fáceis 14 dias, sem perguntas
Pagamento seguro Encriptação SSL 256-bit

Sobre o BMW 3.0 CSL Art Car Alexander Calder #51 H. Poulain / S. Posey / J. Guichet 24 Hours of Le Mans 1975 Minichamps 1:18

TL;DR: O BMW 3.0 CSL Art Car de Alexander Calder, Minichamps 1:18, recria o primeiro BMW Art Car da história, pintado em 1975 para as 24 Horas de Le Mans e guiado por Hervé Poulain, Sam Posey e Jean Guichet. Diecast com portas, capot e porta-bagagens funcionais e pintura multicolor fiel ao original.

Poucos modelos cruzam a fronteira entre arte e competição como este. Em 1975, o escultor Alexander Calder transformou um BMW 3.0 CSL de corrida numa tela rolante, e esse gesto deu origem a uma das séries mais respeitadas do automobilismo de coleção, hoje reproduzida com rigor por fabricantes como a Minichamps.

O Primeiro BMW Art Car em Diecast Minichamps

Zamak Fundido e Painéis Articulados

A Minichamps optou pelo zamak fundido sob pressão para este 3.0 CSL, opção que se sente assim que a peça sai da caixa: o peso da liga metálica transmite solidez e estabilidade dimensional ao longo dos anos de vitrine. As portas, o capot e o porta-bagagens abrem e fecham com esforço moderado, fixando-se na posição escolhida, e revelam o habitáculo de competição com arco de segurança, extintor e bancos desportivos típicos de um protótipo de Le Mans dos anos setenta. Essa abertura funcional é pouco comum nesta escala para um tema tão complexo em livrea, porque cada painel pintado tem de manter a continuidade do desenho de Calder quando fechado.

Pintura de Calder em Registo de Precisão

A verdadeira prova de qualidade está na pintura. Calder aplicou cores vivas, azul, vermelho, amarelo e verde, diretamente sobre a carroçaria do protótipo, numa composição que lembra um quadro abstrato em movimento. Reproduzir essa aplicação exige registo de cor preciso em cada painel separado, para que as linhas não se desalinhem nas junções das portas e do capot. A Minichamps mantém a continuidade do desenho mesmo com os painéis articulados, um desafio técnico que uma carroçaria selada nunca enfrentaria. Nas jantes e na grelha, os acabamentos cromados e os logótipos BMW mantêm nitidez sob exame próximo, e o número de competição 51 surge com registo limpo nas portas. Para quem compara versões, esta tiragem Minichamps em 1:18 oferece mais detalhe de habitáculo do que qualquer réplica em 1:43 do mesmo Art Car, ao custo de ocupar mais espaço na vitrine.

Le Mans 1975 e a Génese da Série BMW Art Car

Hervé Poulain e o Nascimento do Art Car

A ideia nasceu do colecionador e piloto francês Hervé Poulain, que convidou Alexander Calder a pintar o seu BMW 3.0 CSL de competição antes da edição de 1975 das 24 Horas de Le Mans. O resultado inaugurou a coleção BMW Art Car, que nos anos seguintes recebeu contributos de Frank Stella e Roy Lichtenstein sobre a mesma base mecânica. O 3.0 CSL já era, por si só, um nome respeitado nas pistas: a sua carroçaria em liga leve e o motor de seis cilindros em linha valeram-lhe títulos no Campeonato Europeu de Turismos, o que lhe valeu a alcunha informal de «Batmobile» pelo spoiler traseiro pronunciado. A base do 3.0 CSL, um cupé construído para homologação em competição, explicava por que motivo a BMW escolheu precisamente este modelo para o primeiro Art Car: já era, só por si, uma máquina pensada para correr.

Guichet, Posey e a Dupla Natureza do Carro

Em Le Mans, o carro foi partilhado por Hervé Poulain, Sam Posey e Jean Guichet, este último já vencedor da prova em 1964 ao volante de uma Ferrari. A dupla função do carro, obra de arte e máquina de competição, tornou-o num dos objetos mais fotografados da edição de 1975, e essa dualidade continua a justificar o interesse por qualquer réplica fiel décadas depois. Para colecionadores de automobilismo histórico, este CSL representa o ponto de origem de um dos cruzamentos mais duradouros entre arte contemporânea e desporto motorizado, uma combinação que nenhuma outra categoria de competição replicou com tanta consistência ao longo de cinco décadas.

Lugar na Vitrine para Quem Coleciona Automobilismo de Autor

Este CSL assume um papel duplo numa coleção: função de peça de automobilismo histórico e de arte aplicada ao automóvel. Faz sentido ao lado de outros protótipos de Le Mans dos anos setenta, mas também isolado, como peça central de uma vitrine dedicada a colaborações entre artistas e fabricantes. A articulação das portas e do capot exige um cuidado extra no manuseamento que uma carroçaria selada dispensaria, mas recompensa quem gosta de mostrar o habitáculo de competição a visitantes. Ao preço de um diecast de tiragem cuidada em 1:18, este Art Car Minichamps vale a pena procurar para quem já tem outros modelos BMW de competição e quer completar a narrativa com a peça que a começou. É também um bom ponto de entrada para quem procura, mais tarde, encomendar as versões Stella e Lichtenstein da mesma coleção.

759,00 €
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