
Mercedes 300 SEL 6.8 AMG #35 H. Heyer / C. Schickentanz 24 Hours of Spa 1971 Minichamps 1:43

Especificações
- Marca do carro
- Mercedes
- Fabricante de modelos
- Minichamps
- Escala
- 1:43
- Material
- Metal
- Estado do modelo
- Modelo Usado
- SKU
- MB007
- Ano
- 1971
- Época
- 1970s
- Tipo de carroçaria
- Modelos Turismo
- Classe de veículo
- Corridas de Grupo Históricas
- Partes que abrem
- Não
- Estado da embalagem
- Vestígios de Armazenamento
- Tipo de modelo
- Modelos de Corrida
- EAN / GTIN
- —
Sobre o Mercedes 300 SEL 6.8 AMG #35 H. Heyer / C. Schickentanz 24 Hours of Spa 1971 Minichamps 1:43
TL;DR: Esta Minichamps 1:43 reproduz o Mercedes 300 SEL 6.8 AMG #35, a «Rote Sau» que Hans Heyer e Clemens Schickentanz levaram ao segundo lugar absoluto nas 24 Horas de Spa de 1971. Em diecast, com a decoração de corrida da estreia da AMG, é uma peça de referência para coleções de touring car histórico.
O 300 SEL 6.8 nunca devia ter sido competitivo: uma berlina de luxo, pesada e feita para conforto, a competir contra desportivos mais leves. Ainda assim, terminou em segundo lugar absoluto em Spa, num resultado que deu à recém-fundada AMG a sua primeira grande vitória de reputação.
A Decoração de Corrida em Diecast 1:43
Reproduzir a «Rote Sau» exige um cuidado que vai além da carroçaria: o vermelho intenso que lhe deu o apelido tem de ser aplicado sobre uma base grande e curva, típica das berlinas de luxo dos anos 70, sem perder uniformidade nas zonas mais expostas à luz. A Minichamps posiciona o número 35 e os autocolantes de época com a precisão que já se espera das suas miniaturas de competição, mesmo à escala reduzida onde qualquer desalinhamento seria visível a olho nu. A carroçaria mantém-se fechada, como é hábito nesta escala, mas as proporções generosas do 300 SEL, mais próximas de um sedã executivo do que de um carro de corrida, transmitem-se com clareza. O peso do zamak confirma a construção metálica ao pegar na peça, e o acabamento da pintura vermelha, sem grão aparente, é o elemento que mais distingue esta miniatura de reproduções mais económicas do mesmo carro.
A Estreia da AMG em Spa
Em 1971, a AMG ainda não era a divisão de desempenho que hoje se conhece, mas sim uma pequena oficina de preparação fundada por antigos engenheiros da Mercedes-Benz. Colocar um sedã de 6,8 litros, pesado e pouco vocacionado para curvas, a competir nas 24 Horas de Spa foi uma aposta arriscada. O resultado, um segundo lugar absoluto atrás de carros muito mais leves e ágeis, tornou-se a lenda fundadora da marca, citada até hoje sempre que se fala das origens da AMG. Hans Heyer e Clemens Schickentanz, os pilotos ao volante, entraram assim para a história de uma equipa que décadas depois se tornaria sinónimo de desempenho dentro do grupo Mercedes-Benz. Para colecionadores de touring car histórico, esta unidade não é apenas mais um carro de corrida antigo: é o ponto de partida de uma das divisões de competição mais reconhecidas da Alemanha.
Numa vitrine dedicada a berlinas de corrida dos anos 70, a «Rote Sau» ocupa um lugar de destaque quase obrigatório, não pela beleza da carroçaria mas pela história que carrega. É uma peça para quem valoriza contexto histórico tanto quanto acabamento.















